Um estudo de acompanhamento de 6 anos mostra que danos a algumas redes cerebrais predizem deterioração clínica na esclerose múltipla

Princípios

  • Integrar informações da rede de RM estrutural e funcional melhorou a previsão da piora clínica da esclerose múltipla (EM) e até mesmo a conversão de EM remitente-recorrente (EMRR) para EM progressiva secundária (EMPS).

Por que isso importa

  • Identificar pacientes com EM que têm um curso de evolução da doença mais grave é importante para orientar o tratamento do paciente. Há pouca evidência de que a RM convencional possa prever o curso da EM.

  • Embora a RM convencional seja usada para o diagnóstico de EM, este estudo sugere que avaliar o envolvimento específico do sistema pode ser mais clinicamente relevante na previsão da piora clínica de pacientes com EM do que as informações das medidas globais de RM.