A extensão da ressecção não afeta a sobrevida no astrocitoma com amplificação do EGFR ou mutação no pTERT

Segundo pesquisadores na Itália, uma maior extensão da ressecção não parece afetar os desfechos de sobrevida em pacientes com astrocitoma isocitrato desidrogenase (isocitrate dehydrogenase, IDH) tipo selvagem de grau II e amplificação do gene que codifica o receptor do fator de crescimento epidérmico (epidermal growth factor receptor, EGFR) ou mutações no promotor TERT (pTERT).

Estudos anteriores demonstraram que pacientes com astrocitoma IDH tipo selvagem de grau II se beneficiam da ressecção total bruta (gross total resection, GTR), observou o Dr. Francesco Bruno do hospital universitário de saúde e ciência (University and City of Health and Science University Hospital) em Turim, Itália. No entanto, o impacto da extensão da ressecção nos desfechos de pacientes com amplificação do EGFR ou mutações no pTERT é desconhecido.