Estudo dos efeitos da exposição fetal a medicamentos para epilepsia relata achado “muito encorajador”

Um estudo de acompanhamento de longo prazo, em andamento, sobre a exposição fetal a fármacos antiepilépticos (FAE) não encontrou diferenças nos desfechos neuropsicológicos entre filhos de mulheres com epilepsia (MCE) versus mulheres saudáveis.

O Prof. Kim Meador, professor de neurologia e neurociências da Universidade de Stanford (Stanford University) e diretor clínico do Centro Abrangente de Epilepsia de Stanford (Stanford Comprehensive Epilepsy Center) em Palo Alto, Califórnia, EUA, apresentou achados de três anos do estudo de desfechos maternos e de efeitos no neurodesenvolvimento dos FAE (Maternal Outcomes & Neurodevelopmental Effects of Antiepileptic Drugs, MONEAD).